Mensagens de Otimismo

Podemos construir um mundo melhor!

Arquivo para o mês “fevereiro, 2014”

O ABRIGO EM CHAMAS

abrigo em chamas
Um grande navio naufragou em alto mar. O único sobrevivente, conseguiu agarrar-se aos destroços, que chegaram boiando até terra firme, em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação. Ele agradeceu a Deus por estar vivo, mas já sabia dos desafios que viriam pela frente.

Com muita dificuldade, usando restos dos destroços do navio, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para se proteger do sol, da chuva e de animais, agradecendo mais uma vez por sua boa sorte.

Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia a Deus.

No entanto, um dia, quando voltava de um passeio pela mata, encontrou seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado, ele se revoltou. Chorou e gritou aos céus:
– O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto que, profundamente cansado, adormeceu ao relento.

No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de uma pequena embarcação que se aproximava. Um grupo de pescadores desceu do barco e foi em sua direção:
– Viemos resgatá-lo – disseram.
– Como souberam que eu estava aqui? Perguntou ele.
– Nós vimos seu sinal de fumaça!

Moral da história: às vezes, é comum nos sentirmos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas busque sempre enxergar os acontecimentos por outro ponto de vista. Como diz a sabedoria popular, “há males que vêm para o bem.”

Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. Lembre-se: se algum dia o seu ÚNICO abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a AJUDA DIVINA!

O que está te incomodando agora, será uma destas bênçãos de Deus?

Autor: Desconhecido

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A Borboleta Azul

borboleta azul

Texto de Fernando Pessoa

Havia um viúvo que morava com suas filhas curiosas e inteligentes.

As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.

O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

“O que você vai fazer?” – perguntou a irmã.

“Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.

Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e

esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!”

As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

Depende de você… ela está em suas mãos!!!

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.

Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).

Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul…

Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

O ESPAÇO SECRETO

casa na arvore
A menininha vivia numa solidão imensa. Seus pais não permitiam que ela tivesse amigos. “Bastam os parentes”, diziam. As janelas da casa eram protegidas do exterior por persianas abaixadas que criavam um espaço interior de sombras. Pelas frestas das persianas, ela olhava o mundo luminoso que vivia lá fora. Sua casa não era sua casa. Não havia nela espaço para sua solidão. A solidão da criança é aquele mundo em que ela está protegida da vigilância adulta. Da minha infância tenho memórias felizes dos meus espaços solitários, espaços da minha liberdade. Há os grandes espaços solitários, a criança correndo livre, longe dos olhos adultos. Vejo-me soltando pipa… E há os pequenos espaços solitários, os espaços aconchegantes. As crianças gostam de fazer cabaninhas, sonham com uma casa no alto de uma árvore, onde os adultos não chegam. Pois essa menininha descobriu o seu espaço, espaço que era só dela, ninguém mais sabia, ninguém entrava nele: era um taco de assoalho solto no fim de um corredor. Quando ela levantava o taco, ele se transformava na caverna de Ali Babá, cheia de tesouros. Ali a menininha guardava pedrinhas coloridas. Não importava o valor das pedrinhas. Importava que elas eram o seu tesouro, as suas jóias… Naquele espaço ninguém mais entrava. Só ela… Uma terapeuta contou-me de um paciente seu, um garotinho. Ele tinha uma caixa onde guardava os seus tesouros. Numa sessão de terapia, ele e ela fizeram um jogo num papel. Ele achou o jogo maravilhoso. Guardou-o no seu cofre. Na sessão seguinte, ela lhe perguntou sobre o jogo. Ele respondeu: “Jogou fora” e não soube dar maiores explicações. Como ele só falava na terceira pessoa, ela entendeu o “Jogou fora” como “Joguei fora”. Conversando com a mãe do menino, ela perguntou: “O que o Joãozinho fez com o jogo que fizemos?”. Ela queria compreender as razões do comportamento do menino. A mãe não entendeu. A terapeuta explicou: “Ele havia guardado o jogo naquela caixa…”. “Ah!”, sorriu a mãe, “aquela caixa de tranqueiras bobas e sujas? Limpei a caixa. Joguei tudo fora…”. Pobre mãe! Ela não sabia que havia jogado fora pedaços preciosos da alma do seu filho.

(Rubem Alves, em “Ostra feliz não faz pérola”).

AMOR E SOLIDARIEDADE

amoresolidariedade

Foto e texto de Amigo de Deus

Um casal, tinha uma ótima e confortável casa e dois saudáveis filhos, um menino e uma menina.

Certo dia, o marido precisou viajar a trabalho. Ficaria longe por vários dias. A esposa, então, resolveu ir junto aproveitando o passeio, já que se sentia um pouco cansada. Por isso, deixaram as crianças com uma babá, uma senhora de confiança.
A viagem terminou.

Quando o homem e a esposa estavam próximos de casa, viram uma fumaça estranha e resolveram ver o que era. Havia uma casa pegando fogo.

A esposa, porém, disse ao marido:

– Vamos embora, não é a nossa casa. O corpo de bombeiros já deve estar chegando. Vamos embora, quero ver nossos filhos, estou morrendo de saudades!
Mas o homem, falou:
– Mas é a casa de um dos meus colegas de trabalho. Ele não deve estar em casa ainda, talvez haja alguma coisa que possamos fazer.
A esposa,continuava achando errado o que o marido fazia e insistiu:
– Deixa isso pra lá … não tem nada a ver com a gente.
Mas o marido seguiu até a casa e a esposa foi atrás. E, ficaram horrorizados quando viram tudo sendo destruído pelo fogo. Em seguida, avistaram uma senhora, no jardim, chorando e gritando:

– As crianças! Por favor, salvem as crianças!
O homem tentou acalmar a senhora para entender o que ela dizia:
– Calma, senhora … tem crianças lá dentro? onde elas estão? Onde estão as crianças?
A senhora, muito nervosa, respondeu:
– No…no… porão… vá pelo corredor… e à esquerda!
Apesar dos protestos da esposa o homem pegou a mangueira d´água no jardim, molhou bem suas roupas, colocou um lenço molhado na cabeça e foi na direção do porão que estava cheio de fumaça e muito quente.

Finalmente encontrou as crianças e pegou uma em cada braço saindo rapidamente.

Mesmo assustadas e um pouco sufocadas pela fumaça, tentavam falar algo para o homem. Ele esperou que respirassem um pouco e perguntou se ainda havia alguém no porão. As crianças disseram:

– Sim… tem dois amigos…
Neste momento, a esposa, preocupada, agarrou o braço do marido e gritou:
– Você não vai lá … é suicídio! A casa vai cair a qualquer momento!
Mas, o homem parecia não ouvir a esposa. Imediatamente voltou até o porão. A fumaça atrapalhava sua visão, mas ele continuava procurando …. e procurando… até que encontrou as crianças. Tropeçando, tossindo e lutando contra a fumaça e o fogo, o homem e as crianças conseguiram sair.
Quando chegou no jardim, com a luz do sol e o ar fresco, o homem não acreditava no que via: as duas crianças que tinha acabado de salvar eram … eram seus filhos…

A babá teve que deixá-los naquela casa enquanto fazia algumas compras.

LIÇÃO DE VIDA: Ajudar é um ato de amor, Um ato de solidariedade. E salva vidas!!!

… E foi o amor desinteressado e a solidariedade que ajudaram aquele homem a salvar seus próprios filhos!!!

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