Mensagens de Otimismo

Podemos construir um mundo melhor!

Arquivo para o mês “dezembro, 2014”

O valor das pequenas coisas…

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Pense em sua vida, no valor das pequenas coisas e dos pequenos gestos.
Quem aprendeu o valor das pequenas coisas combate o mal da indiferença!

 Alexandre Rangel conta a seguinte ilustração:

 “Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.

 Trouxe com ele tinta, pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como pediram-lhe que fizesse.

 Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando para o outro lado do casco. Verificou que havia um vazamento e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

 No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

 – O senhor já me pagou pela pintura do barco – disse ele.

 – Mas esse dinheiro não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.

 – Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

 – Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando lhe pedi que pintasse o barco, esqueci-me de mencionar o vazamento. Quando a pintura secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei de que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua ‘pequena’ boa ação…”

(As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos, vol. II, p. 244 e 245).

 

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Conciliação

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“Concilia-te – depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz e o juiz te entregue ao oficial de justiça, e te encerrem na prisão.” – Jesus. (MATEUS, 5:25.)

Muitas almas enobrecidas, após receberem a exortação dessta passagem, sofrem íntimamente por esbarrarem com a dureza do adversário de ontem, inacessível a qualquer conciliação.

A advertência do Mestre, no entanto, é fundamentalmente consoladora para a consciência individual.

Assevera a palavra do Senhor – “concilia-te”, o que equivale a dizer “faze de tua parte”.

Corrige quanto for possível, relativamente aos erros do passado, movimenta-te no sentido de revelar a boa vontade perseverante. Insiste na bondade e na compreensão.

Se o adversário é ignorante, medita na época em que também desconhecias as obrigações primordiais e observa se não agiste com piores características; se é perverso, categoriza-o à conta de doente e dementado em vias de cura.

Faze o bem que puderes, enquanto palmilhas os mesmos caminhos, porque se for o inimigo tão implável que te busques entregar ao juiz, de qualquer modo, terás então igualmente provas e testemunhos a apresentar. Um julgamento legítimo inclui todas as peças e somente os espíritos francamente impenetráveis ao bem, sofrerão o rigor da extrema justiça.

Trabalha, pois, quanto seja possível no capítulo da harmonização, mas se o adversário te desdenha os bons desejos, concilia-te com a própria consciência e espera confiante.

Livro: Pão Nosso – psicografado por Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel.

Paciência

Paciencia
“A diferença entre aceitar de verdade e sufocar a vontade ou opinião em favor de outro, é que a primeira não altera o seu sistema nervoso e a segunda martela a mente e o faz adoecer. Ceder ou aceitar contrariado, não é aceitação. A maioria não consegue estabelecer o caminho interno para aceitar algo que contraria a sua vontade, sem ficar nervoso ou alterado. A escolha, portanto, deve partir da consciência que já reconhece o prejuízo em sua saúde. Às vezes, é melhor renunciar a um ponto de vista, porém, se estiver engolindo sapos, melhor partir para a luta. Mas, você pode fazer isso de caso pensado, calculado ou estratégico, visando o menor desgaste possível do seu sistema nervoso. Tal postura requer, muitas vezes, um pouco de paciência para observar a situação, ouvir pessoas mais experientes e, enfim, munido com argumentos resolutivos e ações definitivas, enfrentar a situação. O tempo de observação e silêncio poderá ser compreendido como indiferença, omissão e até covardia. Não importa o que digam de você. Importa que ao dar, finalmente, uma resposta, ela não ofereça mais nenhuma argumentação contraria, dissolvendo a questão de uma vez por todas. Sempre vale a pena refrear os impulsos que martelam o seu sistema nervoso e usar o tempo de silêncio para estudar as melhores estratégias, ouvindo especialistas. A paciência é uma árvore de raiz amarga, porém, os seus frutos são doces, como diz o velho provérbio persa.” – Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon

 

Texto da HUMI

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