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A Caminhada

A caminhada

Certa tarde, um homem saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, Nicole, a mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando. O pai respondeu que também estava muito cansado. Diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e fazer “corpo mole”. Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou a Nicole dizendo:
– Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente.
A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros. Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar. A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Nicole. O pai sorriu e respondeu:
– Assim é a vida, minha filha. Às vezes, estamos física e mentalmente cansados, certos de que é impossível continuar. Mas encontramos então um “cavalinho” qualquer que nos dá ânimo outra vez.
Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção, um novo desafio, uma nova oportunidade no trabalho….. Assim, quando você se sentir cansado ou desanimado, nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo. Lembre-se: sempre haverá um “cavalinho” para cada momento.

– Autor desconhecido –

Esforço!

formiga

Por vezes, na vida, ante alguns fracassos, nos entristecemos e desistimos de lutar.

Tarefas iniciadas são abandonadas. Profissões dignas são deixadas à margem.

Tudo em nome de um fracasso, um dia, uma vez.

Recordamos que, certa vez uma estudante de violino, durante um concerto, teve a infelicidade de ter o arco do instrumento esticado em demasia.

Isso fez com que arrancasse do violino um lancinante gemido de gato. O lá desafinou, os seus dedos, umedecidos pela transpiração nervosa escorregaram no braço do violino.

Seu desejo era cair morta.

Mas corrigiu a tensão das cordas, enxugou as mãos no vestido e continuou.

Ao finalizar correu para os bastidores e exclamou: “Nunca mais tocarei violino.”

Uma excelente artista que ouviu seu desabafo, lhe falou: “Você já observou como cantam os pássaros? Sabe porque Deus os criou? Para que alegrassem o homem e ele não sucumbisse à tristeza.

Não vê? Deus deu a muitas pessoas aptidões para tornarem os homens felizes. Ele deu a você a possibilidade de tocar violino. Não deve lhe desobedecer e sim utilizar sua aptidão para lhe agradar. Tudo isso faz parte do seu grande plano.”

A menina pensou e pensou. No dia seguinte, ergueu-se cedo e retomou as longas horas de estudo do seu violino.

O esforço é lei da vida. Todos os seres, de uma forma ou de outra, não podem fugir a isso.

Mecanismo de evolução, promove o progresso, estimula a experiência.

Graças ao esforço os homens se enriquecem emocional, cultural, artística e economicamente.

Não houvesse esforço e a vida permaneceria nas suas expressões primitivas, iniciais.

Tudo trabalha e se esforça em a natureza.

Os ventos e as chuvas realizam o seu esforço na erosão dos montes e da crosta terrestre.

A gota d`água, no seu cair sem parar, cria as belezas que nos deslumbram os olhos nas grutas, no silêncio das furnas, promovendo formas curiosas e especiais.

Onde se apresente o esforço, floresce a paz. E onde a ação movimenta o progresso, vibra a alegria.

Você sabia?

Que a grande cantora madame Ernestine Schumannheink durante um dos seus concertos vacilou e falhou?

E que mesmo assim, corajosamente dominou-se e foi até o fim?

E assim a “maravilhosa dama” como era chamada nos últimos anos, continuou cantando em concertos e no rádio, prosseguindo como os pássaros a espalhar alegria entre os homens.

 

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros Perfis da vida, cap. Perfil do esforço, e Remotos cânticos de Belém a Calhandra.

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