Mensagens de Otimismo

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Precisamente…

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Diante das soluções aguardadas para amanhã, é imperioso atender aos problemas de hoje.

Declaras-te sob manchas morais e foges de servir, quando precisamente a vida nos descerra o ensejo de auxiliar, para que o suor, na prática do bem, nos dissipe as nódoas do coração.

Confessas-te em débitos lamentáveis e desertas das boas obras, quando precisamente dispomos da oportunidade de agir, a benefício dos semelhantes, a fim de que venhamos a alcançar o resgate preciso.

Asseveras-te em falta grave e acolhes-te à intolerância, quando precisamente no exercício da bondade para com os outros é que obteremos desculpas em favor de nós mesmos.

Afirmas-te frágil, quando precisamente por isso é que as tribulações nos sitiam a estrada, a fim de que saibamos conquistar o apoio da fortaleza.

Dizes-te inútil, quando precisamente para que nos façamos prestativos e valiosos é que possibilidades inúmeras de trabalho nos rodeiam em cada dia.

Acusas-te ignorante, quando precisamente para que nos instruamos pe que as experiências difícies nos desafiam, em toda parte.

Não te isoles, a pretexto de imperfeição.

O discípulo permanece no educandário, precisamente para aprender.

E, em todo educandário, as lições seguem curso normal, conforme o programa que as preceitua.

Ao aluno aplicado, passaporte de competência.

Ao aluno vadio, convite à repetição.

Assim também conosco.

A vida é a escola de nossas almas.

Quem quiser pode aproveitá-la em todas as circunstâncias.

O tempo, contudo, assemelha-se ao professor equilibrado e correto que premia o merecimento, considera o esforço, reconhece a boa-vontade e respeita a disciplina, mas não cria privilégio e nem dá cola a ninguém.

Livro: Justiça Divina, pelo espírito Emamanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier

Esforço!

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Por vezes, na vida, ante alguns fracassos, nos entristecemos e desistimos de lutar.

Tarefas iniciadas são abandonadas. Profissões dignas são deixadas à margem.

Tudo em nome de um fracasso, um dia, uma vez.

Recordamos que, certa vez uma estudante de violino, durante um concerto, teve a infelicidade de ter o arco do instrumento esticado em demasia.

Isso fez com que arrancasse do violino um lancinante gemido de gato. O lá desafinou, os seus dedos, umedecidos pela transpiração nervosa escorregaram no braço do violino.

Seu desejo era cair morta.

Mas corrigiu a tensão das cordas, enxugou as mãos no vestido e continuou.

Ao finalizar correu para os bastidores e exclamou: “Nunca mais tocarei violino.”

Uma excelente artista que ouviu seu desabafo, lhe falou: “Você já observou como cantam os pássaros? Sabe porque Deus os criou? Para que alegrassem o homem e ele não sucumbisse à tristeza.

Não vê? Deus deu a muitas pessoas aptidões para tornarem os homens felizes. Ele deu a você a possibilidade de tocar violino. Não deve lhe desobedecer e sim utilizar sua aptidão para lhe agradar. Tudo isso faz parte do seu grande plano.”

A menina pensou e pensou. No dia seguinte, ergueu-se cedo e retomou as longas horas de estudo do seu violino.

O esforço é lei da vida. Todos os seres, de uma forma ou de outra, não podem fugir a isso.

Mecanismo de evolução, promove o progresso, estimula a experiência.

Graças ao esforço os homens se enriquecem emocional, cultural, artística e economicamente.

Não houvesse esforço e a vida permaneceria nas suas expressões primitivas, iniciais.

Tudo trabalha e se esforça em a natureza.

Os ventos e as chuvas realizam o seu esforço na erosão dos montes e da crosta terrestre.

A gota d`água, no seu cair sem parar, cria as belezas que nos deslumbram os olhos nas grutas, no silêncio das furnas, promovendo formas curiosas e especiais.

Onde se apresente o esforço, floresce a paz. E onde a ação movimenta o progresso, vibra a alegria.

Você sabia?

Que a grande cantora madame Ernestine Schumannheink durante um dos seus concertos vacilou e falhou?

E que mesmo assim, corajosamente dominou-se e foi até o fim?

E assim a “maravilhosa dama” como era chamada nos últimos anos, continuou cantando em concertos e no rádio, prosseguindo como os pássaros a espalhar alegria entre os homens.

 

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros Perfis da vida, cap. Perfil do esforço, e Remotos cânticos de Belém a Calhandra.

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