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Diante da Lei

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O espírito consciente, criado através dos milênios, nos domínios inferiores da natureza, chega à condição de humanidade, depois de haver pago os trubutos que a evolução lhe reclama.

À vista disso, é natural compreendas que o livre-arbítrio estabelece determinada posição para cada alma, porquanto cada pessoa deve a si mesma a situação em que se coloca.

Possuis o que destes.

Granjearás o que vens dando.

Conheces o que aprendestes.

Saberás o que estudas.

Encontraste o que buscavas.

Acharás o que procuras.

Obtiveste o que pediste.

Alcançarás o que almejas.

És hoje o que fizeste contigo ontem.

Será amanhã o que fazes contigo hoje.

Chegamos, no dia claro da razão, simples e ignorantes diante do aprimoramento e do progresso, mas com liberdade interior de escolher o próprio caminho.

Todos temos, assim, na vontade a alavanca da vida, com infinitas possibilidades de mentalizar e realizar.

O governo do Universo é a sabedoria, expressando luz nas consciências.

O sustento do Universo é o trabalho que situa cada inteligência no lugar que lhe compete.

A felicidade do Universo é o amor na forma do bem de todos.

O Criador concede às criaturas, no espaço e no tempo, as experiências que desejem, para que se ajustem, por fim, às leis de bondade e equilíbrio que O manifestam. Eis por que, permanecer na sombra ou na luz, na dor ou na alegria, no mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós.

Extraído do livro: Justiça Divina – pelo espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier

Lei do Mérito

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Se presumes que Deus cria seres privilegiados para incensar-lhe a grandeza, pensa na justiça, antes da adoração.

Para isso, basta lembrar as circunstâncias constrangedoras em que desencarnaram quase todos os grandes vultos das ciências, das religiões e das artes, que marcaram as idéias do mundo, nas linhas da emoção e da inteligência.

Dante, exilado.

Leonardo da Vinci, semiparalítico.

Colombo, em desvalimento.

Fernão de Magalhães, trucidado.

Galileu, escarnecido.

Behring, faminto.

Lutero, perseguido.

Calvino, endividado.

Vicente de Paulo, paupérrimo.

Spinoza, indigente.

Milton, privado da visão.

Lavoisier, guilhotinado.

Beethoven, surdo.

Mozart, em penúria extrema.

Braille, tuberculoso.

Lincoln, assassinado.

Joule, inválido.

Curie, esmagado sob as rodas de um carro.

Lilienthal, num desastre de aviação.

Pavlov, cego.

Gandhi, varado a tiros.

Gabriela Mistral, cancerosa.

E se gênios da altura de Hugo e Pasteur, Edison e Einsten, partiram da Terra menos dolorosamente, é forçoso reconhecer que passaram, entre os homens, também sofrendo e lutando, junto à bigorna do trabalho constante.

Cada consciência é filha das próprias obras.

Cada conquista é serviço de cada um.

Deus não tem prerrogativas ou exceções.

Toda glória tem preço.

É a lei do mérito de que ninguém escapa.

Livro: Justiça Divina, pelo espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier

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