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SIGAMOS ATÉ LÁ

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” – Jesus. (JOÃO, 15:7)

Na oração dominical, Jesus ensina aos cooperadores a necessidade de observância plena dos desígnios do Pai.

Sabia o Mestre que a vontade humana é ainda muito frágil e que inúmeras lutas rodeiam a criatura até que aprenda a estabelecer a união com o Divino.

Apesar disso, a lição da prece foi sempre interpretada pela maioria dos crentes como recurso de fácil obtenção do amparo celestial.

Muitos pedem determinados favores e recitam maquinalmente as fórmulas verbais. Certamente, não podem receber imediata satisfação aos caprichos próprios, porque, no estado de queda ou de ignorância, o espírito necessita, antes de tudo, aprender a submeter-se aos desígnios divinos, a seu respeito.

Alcançaremos, porém, a época das orações integralmente atendidas. Atingiremos semelhante realização quando estivermos espiritualmente em Cristo. Então, quanto quisermos, ser-nos-á feito, porquanto teremos penetrado o justo sentido de cada coisa e a finalidade de cada circunstância. Estaremos habilitados a querer e a pedir, em Jesus, e a vida se nos apresentará, em suas verdadeiras características de infinito, eternidade, renovação e beleza.

Na condição de encarnados ou desencarnados, ainda estamos caminhando para o Mestre, a fim de que possamos experimentar a união gloriosa com o seu amor. Até lá, trabalhemos e vigiemos para compreender a vontade divina.

Do Livro Pão Nosso – pelo espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier.

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Em Tudo!

GENTILEZA

“Tornando-nos recomendáveis em tudo: na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias.” – Paulo. (II Coríntios, 6:4)

A maioria dos aprendizes do Evangelho não encara seriamente o fundo religioso da vida, senão nas atividades do culto exterior. Na concepção de muitos bastará freqüentar, assíduos, as assembléias da fé e todos os enigmas da alma estarão decifrados, no capítulo das relações com Deus.

Entretanto, os ensinamentos do Cristo apelam para a renovação e aprimoramento individual em todas as circunstâncias.

Que dizer de um homem, aparentemente contrito nos atos públicos da confissão religiosa a que pertence e mergulhado em palavrões no santuário doméstico? Não são poucos os que se declaram crentes, ao lado da multidão, revelando-se indolentes no trabalho, desesperados na dor, incontinentes na alegria, infiéis nas facilidades e blasfemos nas angústias do coração.

Por que motivo pugnaria Jesus pela formação dos seguidores tão-só para ser incensado por eles, durante algumas horas da semana, em genuflexão?

Atribuir ao Mestre semelhante propósito seria rebaixar-lhe os sublimes princípios.

É indispensável que os aprendizes se tornem recomendáveis em tudo, revelando a excelência das ideias que os alimentam, tanto em casa, quanto nas igrejas, tanto nos serviços comuns, quanto nas vias públicas.

Certo, ninguém precisará viver exclusivamente de mãos-postas ou de olhar fixo no firmamento; todavia, não nos esqueçamos de que a gentileza, a boa-vontade, a cooperação e a polidez são aspectos divinos da oração viva no apostolado do Cristo.

Livro, Pão Nosso, pelo espírito Emmanuel, psicogrado por Francisco Cândido Xavier.

Oração no dia dos mortos

prece

Senhor Jesus!

 Enquanto nossos irmãos na Terra se consagram hoje à lembrança dos mortos-vivos que se desenfaixaram da carne,

oramos também pelos vivosmortos que ainda se ajustam à teia física…

Pelos que jazem sepultados em palácios silenciosos, fugindo ao trabalho, como quem se cadaveriza, pouco a pouco, para o sepulcro;

Pelos que se enrijeceram gradativamente na autoridade convencional, adornando a própria inutilidade com títulos preciosos, à feição de belos epitáfios inúteis;

Pelos que anestesiaram a consciência no vício, transformando as alegrias desvairadas do mundo em portões escancarados para a longa descida às trevas;

Pelos que enterraram a própria mente nos cofres da sovinice, enclausurando a existência numa cova de ouro;

Pelos que paralisaram a circulação do próprio sangue, nos excessos da mesa;

Pelos que se mumificaram no féretro da preguiça, receando as cruzes redentoras e as calúnias honrosas;

Pelos que se imobilizaram no paraíso doméstico, enquistando-se no egoísmo entorpecente, como desmemoriados, descansando no espaço estreito do esquife…

E rogamos-te ainda, Senhor, pelos mortos das penitenciárias que ouviram as sugestões do crime e clamam agora na dor do arrependimento;

Pelos mortos dos hospitais e dos manicômios, que gemem, relegados à solidão, na noite da enfermidade;

Pelos mortos de desânimo, que se renderam, na luta, às punhaladas da ingratidão;

Pelos mortos de desespero, que caíram em suicídio moral, por desertores da renúncia e da paciência;

Pelos mortos de saudade, que lamentam a falta dos seres pelos quais dariam a própria vida;

e por esses outros mortos, desconhecidos e pequeninos, que são as crianças entregues à via pública, exterminadas na vala do esquecimento…

Por todos esses nossos irmãos, não ignoramos que choras também como choraste sobre Lázaro morto…

E trazendo igualmente hoje a cada um deles a flor da esperança e o lume da oração, sabemos que o teu amor infinito clarear-nos-á o vale da morte, ensinando-nos o caminho da eterna ressurreição.

Fonte: Livro Religiao dos Espíritos, por Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier

ORAÇÃO DA SABEDORIA

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Senhor, dê-me esperança.

Levai de mim a tristeza e não a entregais a mais ninguém.

Senhor, plantai em meu coração a semente do amor e arranca da minha alma as rugas da tristeza.

Ajuda-me a transformar meus rivais em companheiros, meus companheiros em amigos e meus amigos em entes queridos.

Senhor, concede-me a força para dominar meus desejos e dai-me razão para vencer minhas ilusões.

Fortifica meu olhar para que eu veja os defeitos de minha alma e venda meus olhos para que eu não comente os defeitos alheios.

Dê-me a capacidade de saber perdoar e afastai de mim os desejos de vingança.

Não me deixes ser um cordeiro perante os fortes e nem um leão diante dos fracos.

Imprime em meu coração a tolerância e o perdão e afasta da minha alma o orgulho e a presunção; enche meu coração com a Divina Fé, para sempre louvar Vosso nome.

E faz de mim um ser humano realmente justo!

Amém.

Minutos de Oração – Legrand

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