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O valor das pequenas coisas…

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Pense em sua vida, no valor das pequenas coisas e dos pequenos gestos.
Quem aprendeu o valor das pequenas coisas combate o mal da indiferença!

 Alexandre Rangel conta a seguinte ilustração:

 “Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.

 Trouxe com ele tinta, pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como pediram-lhe que fizesse.

 Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava passando para o outro lado do casco. Verificou que havia um vazamento e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

 No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

 – O senhor já me pagou pela pintura do barco – disse ele.

 – Mas esse dinheiro não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.

 – Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

 – Meu caro amigo, você não compreendeu. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando lhe pedi que pintasse o barco, esqueci-me de mencionar o vazamento. Quando a pintura secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei de que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua ‘pequena’ boa ação…”

(As Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos, vol. II, p. 244 e 245).

 

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Parábola do Semeador

Há os que reconhecem muito bons os conselhos e os admiram, mas para serem aplicados aos outros e não a si próprios!

semeador

“Naquele mesmo dia, tendo saído de casa, Jesus sentou-se à borda do mar: – em torno dele logo reuniu-se grande multidão de gente: pelo que entrou numa barca, onde sentou-se, permanecendo na margem todo o povo. – Disse então muitas coisas por parábolas, falando-lhes assim:

Aquele que semeia saiu a semear: – e, semeando, uma parte caiu ao longo do caminho e os pássaros do céu vieram e a comeram. – Outra parte caiu em lugares pedregosos onde não havia muita terra: as sementes logo brotaram, porque carecia de profundidade a terra onde haviam caído. – Mas, levantando-se, o sol as queimou e, como não tinham raízes, secaram. – Outra parte caiu entre espinheiros e estes, crescendo, as abafaram. – Outra, finalmente, caiu em terra boa e produziu frutos, dando algumas sementes cem por um, outras sessenta e outras trinta. – Ouça quem tem ouvidos de ouvir. (S. Mateus, 13:1 a 9.)

Escutai, pois, vós outros a parábola do semeador. – Quem quer que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, vem o espírito maligno e tira o que lhe fora semeado no coração. Esse é o que recebeu a semente ao longo do caminho. – Aquele que recebe a semente em meio das pedras é o que escuta a palavra e que a recebe com alegria no primeiro momento. – Mas, não tendo nele raízes, dura apenas algum tempo. Em sobrevindo revezes e perseguições por causa da palavra, tira ele daí motivo de escândalo e de queda. – Aquele que recebe a semente entre espinheiros é o que ouve a palavra; mas, em quem, logo, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas abafam aquela palavra e a tornam infrutífera. – Aquele, porém,  que recebe a semente em boa terra é o que escuta a palavra, que lhe presta atenção e em quem ela produz frutos, dando cem ou sessenta, ou trinta por um (S. Mateus, 13:18 a 23.)

A parábola do semeador exprime perfeitamente os matizes existentes na maneira de serem utilizados os ensinos do Evangelho. Quantas pessoas há, com efeito, para as quais não passa ele de letra morta e que, como a semente caída sobre pedregulhos, nenhum fruta dá!”

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